quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Quando os Pensamentos Viram Matéria









É possível um pensamento ser tão fortemente
 vitalizado a ponto de se tornar visível e até palpável? 

Budistas tibetanos/ místicos e mágicos acreditam que sim.
Tanto que muitos deles se dedicam à arte mágica de criartulpas - formas-pensamento extremamente poderosas,produzidas por um ato deliberado da vontade.

Certa vez, a ocultista Dion Fortune viveu uma expe­riência inusitada. Há algum tempo, ela andava alimentando res­sentimentos contra alguém que a ha­via magoado. Deitada na cama, es­tava pensando no terrível monstro-lobo da mitologia escandinava, Fenrir, quando subitamente viu um grande lobo cinza materializar-se à sua frente e sentiu seu corpo pressio­nar o dela.

Por tudo o que lera a respeito do assunto, ela sabia que precisava do­minar a fera imediatamente. Então, enfiou o cotovelo entre as peludas costelas da criatura, jogando-a para fora da cama. O animal desapare­ceu através da parede.

A história não estava, contudo, terminada. Logo depois, outro membro da família disse ter visto os olhos de um lobo no canto de seu quarto. Dion percebeu que devia destruir a criatura. 

Invocando-a, viu um fino fio costurar-se diante dela e começou a imaginar que estava tirando a vida da besta puxando aquele fio. O lobo transformou-se gradualmente numa massa cinzenta sem forma até deixar de existir.

Este relato, encontrado no livro Psychic SelfDefence(“Autodefesa Psíquica”), de au­toria da própria Dion Fortune, não é único na literatura mística do Ocidente.

 Em meados da década de 20, Alexandra David-Neel, uma francesa que 30 anos antes alcançara a fama como cantora de ópera, tinha histó­rias semelhantes para contar. Já con­sagrada como soprano, Alexandra viajou para muitos lugares estra­nhos, onde vivenciou experiências mais bizarras ainda.

 Entre elas, o en­contro com um mágico que lança­va encantamentos atingindo seus inimigos com bolos de arroz voa­dores e o aprendizado das técnicas do tumo - uma arte oculta que ca­pacita seus adeptos a sentarem-se nus sobre as neves do Himalaia. 

A mais extraordinária de todas, con­tudo, foi a que envolveu a criação, através de exercícios mentais e psí­quicos, de uma tulpa - forma espec­tral nascida unicamente da imagi­nação e tão fortemente vitalizada pela vontade que chega a se tomar visível para outras pessoas. Em pou­cas palavras, a tulpa é um exemplo extremamente poderoso do que os ocultistas denominam forma-pensamento.



Para entender a natureza da tul­pa, é preciso considerar o pensamento - como fazem os budistas tibetanos e a maioria dos ocultistas ocidentais - mais do que uma fun­ção intelectual.

 Todo pensamento, acreditam eles, afeta a “mente material” que permeia o mundo físico, da mesma forma que uma pe­dra atirada num lago produz ondulações na superfície da água.

Normalmente, as ondulações geradas pelo pensamento têm vida curta, desaparecendo com a mesma rapidez com que foram cria­das e deixando impressão efêmera.

 Se, en­tretanto, o pensamento é muito intenso, pro­duto de uma paixão ou de um temor profun­do, ou de longa duração, objeto de preocupa­ção constante ou meditação, sua ondulação constrói uma forma-pensamento mais vivi­da e duradoura.

As tulpas e outras formas-pensamento não são consideradas '‘reais" pelos budistas tibetanos. Mas, de acordo com eles, tampouco o mundo da matéria que nos rodeia e nos pare­ce bastante sólido é “real".

 Ambos são ilusó­rios. Um budista clássico do século 5 disse: “Todos os fenômenos originam-se na mente e não têm realmente uma forma externa; por­tanto, como não existem formas externas, é um erro pensar que existe qualquer coisa ex­ternamente. Todos os fenômenos provêm simplesmente de falsas noções da mente. Se a mente se libera dessas falsas idéias, todos os fenômenos desaparecem.”

Se as crenças a respeito das formas-pen­samento sustentadas pelos monges budistas, místicos e mágicos são verdadeiras, muitos acontecimentos fantasmagóricos, aparições e lugares envoltos em forte “atmosfera psí­quica” podem ser facilmente explicados.

 Pa­rece plausível, por exemplo, que as formas-pensamento criadas pelos violentos e passio­nais processos mentais de um assassino, su­plementados pelas emoções de terror de sua vítima, possam permanecer na cena do cri­me por meses, anos ou mesmo séculos.

 Essa permanência poderia produzir intensa depres­são e ansiedade naqueles que visitassem o lu­gar assombrado. E, se as formas-pensamen­to forem suficientemente poderosas, apari­ções, como a reencenação do crime,-poderão ser testemunhadas por pessoas dotadas de sensitividade psíquica.


Discípulos do ocultismo afirmam que, al­gumas vezes, os “espíritos” que assombram determinado lugar são, na realidade, formas-pensamento deliberadamente criadas por al­gum feiticeiro para servir a seus propósitos.

A existência de formas-pensamento for­tes o bastante para reencenar o passado po­deria também explicar os relatos, dissemina­dos em todo o mundo, de visitantes de ve­lhos campos de batalhas que assistiram a em­ combates militares ocorridos muito tempo atrás.

A tulpa não é mais que uma forma-pensa­mento extremamente poderosa, não diferen­te em sua natureza essencial de muitas ou­tras aparições. O que a distingue de uma for­ma-pensamento qualquer é o fato de adquirir vida não por acidente - como efeito colateral de um processo mental -, mas por um ato de­liberado da vontade.

Embora a palavra tulpa seja de origem tibetana, há místicos e iniciados em quase to­das as partes do planeta que asseguram ser capazes de construí-la, primeiramente con­traindo e coagulando parte da mente mate­rial do universo e depois transferindo para ela algo de sua própria vitalidade.

Na região de Bengala, pátria por excelên­cia do ocultismo indiano, essa técnica, deno­minada kriya shakti (“poder criativo”), é es­tudada e praticada pelos adeptos do tantrismo - um sistema mágico-religioso que incor­pora os aspectos espirituais da sexualidade e reúne tanto hindus quanto budistas entre seus devotos.

 Iniciados dos chamados cultos tântricos de “esquerda”, nos quais homens e mulheres entregam-se a rituais sexuais com fi­nalidades místicas e mágicas, seriam espe­cialmente habilitados em kriya shakti. Isto porque a intensa excitação física e cerebral produzida durante o orgasmo engendraria for­mas-pensamento excepcionalmente vigo­rosas.


Muitas das técnicas místicas tibetanas ori­ginaram-se em Bengala, mais particularmen­te no tantrismo bengali. Há uma semelhança muito grande entre os exercícios físicos, men­tais e espirituais praticados pelos iogues tântricos de Bengala e as disciplinas secretas do budismo do Tibete. 

Parece também que os tibetanos extraíram suas teorias sobre as tul­pas, bem como seus métodos de criar essas estranhas entidades, dos praticantes bengalis do kriya shakti.

- Os novatos começam seu treinamento na arte mágica de criar tulpas adotando um dos muitos deuses do panteão tibetano como “deidade tutelar” - uma espécie de santo pa­droeiro.

 Mas, ao mesmo tempo em que enca­ram os deuses respeitosamente, os iniciados tibetanos não lhes devotam grande admira­ção. Isso porque, de acordo com a crença bu­dista, apesar de terem fabulosos poderes so­brenaturais, os deuses não passam de escra­vos da ilusão, tão presos à roda do nascimen­to, morte e renascimento como o mais hu­milde dos camponeses.

0 discípulo retira-se para uma ermida ou outro lugar recluso e medita sobre sua deidade tutelar, conhecida como yidam, por muitas horas. 

Aqui, ele combina a contemplação dos atributos espirituais tradicionalmente associados ao yidam com exercícios de visualização, destina­dos a construir no olho da mente uma ima­gem da deidade como retratada em pin­turas e esculturas. 

E, para assegurar que cada instante de sua vigília seja dedicado à concentração no yidam, continuamen­te entoa frases místicas relacionadas à deidade.

O iniciado também constrói o kyil- khors - literalmente, círculos, mas, na verdade, diagramas simbólicos que po­dem ter qualquer formato -, considerado sa­grado para seu patrono. 

Algumas vezes, de­senhará esses diagramas com tintas colori­das no papel ou na madeira. Outras vezes, gravará as figuras em cobre ou prata. Ou ain­da traçará seu contorno no chão com pós co­loridos.


A preparação dos kyilkhors deve ser feita com o máximo cuidado, pois o mais leve des­vio do padrão tradicional associado a um de­terminado yidam pode ser extremamente pe­rigoso, colocando o imprevidente discípulo em risco de obsessão, loucura, morte ou de estagiar milhares de anos em um dos infernos da cosmologia tibetana.

É interessante comparar essa crença com a idéia amplamente dis­seminada por ocultistas ocidentais de que, se um mago, ao convocar um espírito para que se tome visível, de­senhar de maneira incorreta seu cír­culo mágico de proteção, será feito em pedaços.

Se o discípulo persiste nos exer­cícios prescritos, vê seu yidam, pri­meiro nebulosamente e em seguida com persistência e completa - e por vezes terrificante - nitidez.

Mas esse é apenas o estágio ini­cial do processo. A meditação, a vi­sualização da deidade, a repetição das frases e a contemplação dos dia­gramas místicos deve ser ininterrupta até que a tulpa, na forma do yidam, realmente se materialize.

 Nesse mo­mento, o devoto pode sentir os pés da tulpa ao pôr a cabeça sobre eles, ver seus olhos seguindo-o enquanto se move ou até conversar com ela.


Por fim, a tulpa pode ser preparada para deixar as vizinhanças do kyilkhors e acom­panhar o devoto em suas jornadas.

Alexandra David-Neel conta como “viu” um desses fantasmas, curiosamente, antes mesmo que ele se fizesse visível para seu cria­dor. 
Na ocasião, interessada na arte budista, ela recebeu a visita de um pintor tibetano, es­pecializado em retratar deidades enfurecidas.
 Quando o artista se aproximou, ela ficou pas­ma ao perceber, atrás dele, um daqueles rai­vosos e desagradáveis seres. Chegando-se mais perto do fantasma, ela estendeu um dos braços em sua direção e sentiu como se estivesse tocando um objeto macio, cuja substância cedeu sob seu contato.

O pintor contou-lhe, então, que havia algumas semanas estava envolvido em ri­tos mágicos, invocando o deus cuja for­ma ela vira. Acrescentou ainda que ha­via gasto a manhã toda pintando seu re­trato.

Intrigada com a experiência, Alexan­dra decidiu criar sua própria tulpa. Para evitar a influência das inúmeras pinturas e imagens tibetanas que havia conhecido em suas viagens, decidiu criar não um deus, mas um gordo e bem-humorado monge que poderia visualizar com clare­za. 

Retirou-se para uma ermida e por al­guns meses devotou cada minuto desperto a exercícios de concentração e visualização. Logo, o monge começou a aparecer em bre­ves relances, que ela captava pelo canto dos olhos. 

Em seguida, tomou-se mais sólido e vivido. Finalmente, quando ela deixou a er­mida para iniciar uma jornada, o monge, ago­ra claramente visível, engajou-se na carava­na, praticando ações que ela não comandava nem esperava conscientemente que ele pra­ticasse. 

Por exemplo, ele andava e parava para olhar ao seu redor como um viajante costu­ma fazer. Em determinadas ocasiões, ela che­gou a sentir o manto dele roçar em sua pele, e, certa vez, teve a impres­são de que uma mão tocava seu om­bro.


A tulpa de Alexandra David-Neel passou, então, a tomar atitudes ines­peradas e indesejáveis. Assumiu uma expressão maligna e tomou-se “pro­blemático e impertinente”. Um dia, um pastor que havia dado a ela um pouco de manteiga de presente viu a tulpa em sua tenda, e pensou que fosse um monge de verdade. 

A criatura estava definitivamente fora do con­trole de sua criadora, transforman­do-se no que ela classificou de “pe­sadelo diário”. Resolveu, por isso, li­vrar-se dela. Foram seis meses de es­forço concentrado e meditação.

Se esta e muitas outras histórias similares contadas no Tibete são ve­rídicas, a construção de tulpas não é assunto para ser tratado com levian­dade. É, pelo contrário, um fascinan­te exemplo dos notáveis poderes da mente humana.
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“A chave do Mentalismo – Hermes Trimegisto”.

A Mente  Superior
Sobre o Princípio da Verdade diremos que: aqueles que o conhecem perfeitamente, possuem a Chave Mágica com a qual todas as portas do Templo podem ser abertas completamente.

1.   O Principio do Mentalismo

“O Todo é mental e o Universo é Mental.
Aquele que compreender a Verdade da Natureza Mental do Universo estará avançado no Caminho do Domínio. Todo o Universo é Mental e quando o Homem dominar sua própria Mente, a colocará em sintonia com a Mente Universal e terá o domínio da Verdade.

O Todo é Espírito, é incognoscível e indefinível em si mesmo, mas considerado como uma Mente Vivente Infinita e Universal. Todo o Universo é simplesmente uma Criação Mental do Todo, sujeito às Leis das Coisas Criadas, e tem sua existência na Mente do Todo, em cuja Mente vivemos e temos nossa existência.

O que sua mente puder conceber e acreditar ela poderá alcançar desejam que a espécie acumule luz e vida à imagem e semelhança da evolução superior, que é o universo.


 Fé - O SEGUNDO PASSO EM DIREÇÃO À Prosperidade
  Visualização do desejo e certeza da realização
A essência do Poder Divino das nossas Forças mentais está na consciência  da Divina Presença - Eu Sou Tudo aquilo que É.

“A mente superior do Homem, ou seja , seu  Ego (Manas) quando está unida de um modo indissolúvel com  Buddhi, é Espirito. (1)



A  Fé é o alquimista da mente. Quando a FÉ se junta à vibração do pensamento, o subconsciente logo se apossa da combinação, transformando-a em seu equivalente espiritual, que é então transmitido para a Inteligência Infinita, como no caso da prece
.
“Eu sei! Meu senso interior diz que Deus existe. Assim como me diz se estou feliz, se estou doente, se estou triste, se a minha barriga dói, que hoje não estou me sentindo bem, da mesma forma ele diz que Deus  existe.

Osho diz que “Não há o que discutir. Eu sinto a presença de Deus. Esse todo e eu não estamos separados. Essa experiência é Deus, é a fé. Mas ela só é possível se você deixar seu senso interior entrar em ação.

Existe um sexto sentido, o sentido interior, que mostra e fornece dados sobre você mesmo e sobre a fonte última de todas as coisas. Este sentido tem de ser descoberto".


Quando você re-conhece a expansão da sua mente com a consciência que Deus é Um universo que vive espelhado na sua mente, você expande sua consciência dentro da unidade.

Somos Um-a só consciência.

Entre as emoções positivas, as mais poderosas são a FÉ, o AMOR, Vontade Tenaz. Quando se combinam, produzem o efeito de “colorir” a vibração do pensamento, com o entusiasmo de maneira que chegue de imediato ao subconsciente, onde é transformada em seu equivalente espiritual, sendo essa a única forma de se obter uma resposta da Inteligência Infinita.

O amor e a fé são psíquicos - relacionados ao lado espiritual do homem. A mistura ou combinação dessas  emoções abre uma linha direta de comunicação entre a mente finita e pensante do homem e a Inteligência Infinita.

Como desenvolver a fé
“A FÉ é um estado de espírito que pode ser induzido ou criado pela afirmação ou repetição de instruções ao subconsciente, empregando-se o princípio da autossugestão.” Essa frase oferece uma boa explicação para a importância do princípio da autossugestão na transmutação do desejo em seu equivalente material ou de prosperidade.

À guisa de ilustração, considere o propósito para o qual, supostamente, você está lendo este texto. O objetivo imediato é, decerto, adquirir a habilidade de transformar o intangível impulso mental do DESEJO em sua contrapartida material, ou seja, expandir todas as suas possibilidades e oportunidades de expandir a consciência  da harmonia e  prosperar em todas as áreas.

 Seguindo as instruções apresentadas sobre autossugestão e subconsciente, você pode CONVENCER o seu subconsciente da sua certeza de que receberá aquilo que está pedindo. O subconsciente, então, agirá com base nessa crença, devolvendo-a em forma de FÉ, seguida de planos definidos para a realização do seu objetivo.

É extremamente difícil descrever o método para desenvolver a FÉ quando ela ainda não existe; é quase tão difícil quanto descrever a cor vermelha para um cego que nunca viu cores e não dispõe de qualquer elemento para estabelecer a comparação.

A fé é um estado de espírito que pode ser desenvolvido pela vontade depois que você domina a consciência do poder da mente, do poder do Eu superior, ou Divina Presença pois se desenvolve voluntariamente pela aplicação e pelo uso desses princípios.
Se um homem não  souber o que é paz e o que é mente, ele não poderá compreender o que é  sentir a fé.

Paz de espirito porque a mente é a causa de toda falta de paz, de toda carência e desassossego. A mente tem duas portas e uma delas nos leva para  toda plenitude e harmonia.  E No centro está o Tao, a Força da Unidade.

No primeiro momento, o único método conhecido de desenvolvimento voluntário da fé é a repetição afirmativa de ordens ao subconsciente.

Talvez o significado fique mais claro a partir desta explicação de um famoso criminalista sobre como os homens se tornam criminosos: 

“Quando, pela primeira vez, o indivíduo entra em contato com o crime, ele o abomina. Se mantém o contato por algum tempo, acostuma-se e o suporta. Se continua em contato por mais tempo, acaba por aceitá-lo, sendo dominado por ele.”

Isso equivale a dizer que qualquer impulso mental repetidamente transmitido ao subconsciente acaba por ser aceito e influenciado por ele, que então o traduz em seu equivalente material por meio dos processos mais práticos disponíveis.

Agora, veja esta afirmativa: “TODOS OS PENSAMENTOS COMBINADOS A SENTIMENTOS E À FÉ começam imediatamente a transformar-se em seus equivalentes ou contrapartidas materiais.”

As emoções, ou a porção “sentimental” dos pensamentos, são fatores que emprestam vitalidade e ação a esses pensamentos. Fé, amor, motivação quando combinados a qualquer impulso mental, provoca Ai uma ação maior do que qualquer um deles, isoladamente.

Não são somente os impulsos mentais misturados à FÉ que podem atingir e influenciar o subconsciente, mas também os que foram mesclados a qualquer emoção seja ela positiva ou negativa.

A partir dessa afirmativa, você pode entender que o subconsciente dispõe da mesma agilidade para transformar em seu equivalente material  tanto um impulso mental de natureza negativa ou destrutiva quanto o impulso mental de natureza positiva ou construtiva. deve-se a isso o estranho fenômeno que milhões de pessoas experimentam e que chamam de "azar" ou "má sorte".

1.   O Principio da Correspondência

O que está em cima é como o que está embaixo, e o que está embaixo é como o que está em cima. este é o Princípio da Correspondência e nele fica estabelecido que no Microcosmo assim como no Macrocosmo, tudo segue o seu destino e o nosso corpo é apenas um reflexo das manifestações do Universo, como provam os átomos, que no Micro como no Macro reagem de uma única forma.
As reações astrais são as mesmas de nosso corpo interior - mesmos átomos, mesmos movimentos.

Este princípio contém a Verdade, que existe uma correspondência entre as leis e os fenômenos dos diversos planos da Existência e da Vida. Este Princípio é de aplicação e manifestação Universal nos diversos planos do Universo material mental e espiritual: É uma Lei Universal.
O Princípio de Correspondência habilita o Homem a raciocinar inteligentemente do Conhecido ao Desconhecido. Estudando a mônada, ele chega ao arcanjo.







Nada está parado, tudo se move, tudo vibra. Aquele que compreende o Princípio da Vibração, alcançou o Centro do Poder.

O dia que o Homem conseguir dominar as 7 escalas da Vibração, elevar-se-á às vibrações mais sutis, ele receberá do Universo tudo o que necessita, basta dizer-se que até agora, estamos na 3ª escala, isto é, nas mais materiais vibrações conhecidas.
Para destruir uma desagradável ordem de Vibração Mental, ponde movimento o Princípio da Polaridade e concentrando-vos sobre o polo oposto que desejais suprimir, destruí o desagradável, mudando sua polaridade.

Compreendamos: desde o átomo e a molécula, até os mundos e Universos, tudo está em movimento vibratório. Isto é Verdade nos planos de energia e força (que também variam em graus de vibração); nos planos mentais (cujos estados dependem das vibrações) e também nos planos espirituais.

O conhecimento deste Princípio, com as fórmulas apropriadas permite ao estudante hermetista conhecer as suas vibrações, bem como também as dos outros.
Desde o Tod que é Puro Espírito, até a forma mais grosseira da matéria, tudo está em Vibração; quanto mais elevada for a vibração, tanto mais elevada será a posição na escala...


Goulart diz que “O que é embaixo é como o que é em cima, e o que é em cima é como o que é embaixo, para fazer os milagres de uma só coisa.

E como todas as coisas foram originárias do Um, pelo pensamento do Um, assim todas as coisas nasceram desta coisa única, por adaptação.

Esotericamente, o que Jesus quis dizer quando assim se expressa: “A lâmpada do corpo é o olhar (Julgamento, sua interpretação do mundo). Sendo, pois, os teus olhos simples também o teu corpo será luminoso; mas se forem maus, também o teu corpo será tenebroso. Vê, pois, que a luz que em ti há não sejam trevas”?

Jesus nos mostra as duas maneiras de ver o mundo e tudo que nele existe e acontece.
Certamente a luz que ilumina a lâmpada do olhar tem o nome de pensamento.

Da simplicidade ou pureza de nossa maneira de pensar nasce o equilíbrio da sensibilidade, a pacificação do sistema nervoso e, logicamente, a saúde física que encontra seu esteio no perfeito equilíbrio da maneira de pensar.


Se os pensamentos forem maus, ou seja: se julgarmos os fatos e pessoas negativamente; se admitirmos a vitória permanente da sombra sobre a luz — todo o corpo será cheio de trevas. Contagiados pelo pensamento negativo, arruinamos nossa saúde física, mental e psíquica - Arruinamos nossa vida pessoal e familiar.

Ensina-nos o Mestre que a busca da felicidade depende da permanência dos pensamentos positivos que valem como a luz interior, sinônimo de paz e perfeito equilíbrio, mesmo em face dos acontecimentos ou atos humanos não condizentes com o pensamento positivo.

Não esqueçamos que, esotericamente, pensamento positivo é aquele que recebe a luz do Cristo. E pensamento negativo é aquele que recebe o impacto motivado pelas trevas das emoções.

Somente é feliz quem pensa positivamente, não se deixando turbar com os problemas cruciais que, dia a dia, nascem no caminho do ser. A lâmpada do olhar ilumina o caminho.

151. Lembro-me deste trecho do Evangelho de Jesus: “Não se vendem cinco passarinhos por dois ceitis? E nenhum deles está esquecido de Deus, pois até os cabelos da vossa cabeça estão contados. Não temais, portanto; mais valeis do que muitos passarinhos”. Qual o sentido dessas palavras citadas?

Primeiramente, Jesus busca o exemplo naquilo que comumente mais seduz os homens — o dinheiro. Mostrando que até os passarinhos tinham seu preço, portanto também valiam alguma coisa. Afirma o Mestre que Deus se lembra também dos passarinhos como, igualmente, conta os cabelos... Ensinando-nos que a presença divina está em tudo e Ele, Senhor de todo o Universo, tudo sabe e nada escapa à sua onipresença.

Deus é onipresente, pois está em toda parte.
Deus é onipenetrante, já que penetra em tudo quanto existe.
Deus é oniprovidente — nada escapando à previdência de sua lei permanentemente ativa e justa.

Dessa maneira, são felizes os que confiam em sua determinação, sabendo que todas as coisas sempre serão encaminhadas para o melhor e para o bem. Não importando que muitas vezes nossa ignorância do perfeito desempenho e cuidado do Pai nos faça crer que tudo ficará pior.

A sabedoria do Cristo, porém, nos adverte:
“Não temais, portanto; mais valeis do que muitos passarinhos.”
 “Não temais, portanto; mais valeis do que muitos passarinhos.”
Assim dizendo, procura colocar-nos sob a guarda da confiança no divino poder.

Na verdade a misericórdia divina é sempre maior do que julgamos. E, perdido o temor, entregues mentalmente à soberana força — nada devemos recear. O Pai é cheio de bondade, pois sua lei age sempre através da Misericórdia. Basta admitirmos que Deus tem, igualmente, o sacrossanto nome de Amor”.


 “A síntese dos  sete princípios de   Hermes?”
Com imenso prazer. Melhor seria se os decorássemos. Para facilitar tua memória, escrevi estas quadras:

Da Luz eterna de Hermes Trimegisto
 Surge a força do Eterno que arrebata
 E leva o Homem-Pó ao Sol do Cristo
 Que desce do Infinito em áurea cascata.
I
Com força do Todo, o Mentalismo Amarra-nos à Mente Universal.
E desde os céus ao astro e fundo abismo,
Vibra em tudo a chama do Mental.
II
Na suprema e eternal Correspondência
 Nivela um princípio cada plano.
Em cima e embaixo, sempre a mesma essência,
 Ao Homem revelando o Grande Arcano.
III
Nada é imóvel. Em tudo há Vibração,
Do grão de areia ao Sol resplandecente,
Do átomo invisível à Amplidão,
Tudo é Vida da Força Onipotente.
IV
Há de em tudo brotar Polaridade
 Que se faz em opostos no existir.
Antagonismo duma só Verdade,
Na cadeia do eterno progredir.
V
Tudo flui e reflui, dentro do Ritmo
 Tudo ascende e descende. E equilibra,
No oscilar de um pêndulo legítimo,
A força que, no Imenso, nasce e vibra.
VI
Nessa ronda fatal — Causalidade,
O efeito empurra a causa e a roda gira. ..
Pois diante da engrenagem da Verdade
 A sorte é o manto roto da mentira...
VII
Aqui e além (e sempre) a Geração Dualidade da Alma dividida Para encontrar, no Todo, o Coração Pleno do Amor que gera a Eterna Vida.
E assim deixo na rima de meus versos
A Chave d’ouro da Felicidade
Que, na Alquimia busca Universos,
Transformando o que morre em Eternidade.” (1)

1. O Principio da Polaridade





Tudo é duplo, tudo em polos, tem o seu oposto, seu par contrário, o igual e o diferente são a mesma coisa; os opostos são idênticos em natureza, só digerem em grau, os extremos se tocam, todas as verdades são meias-verdades, todos os paradoxos podem ser reconciliados.
 O Bem e o Mal, O frio e o Calor, a Inteligência e a Ignorância, tudo é igual. É só uma questão de graus a mais ou a menos. Tudo existe e não existe ao mesmo tempo, há dois lados de tudo, todo verso tem o seu reverso, Bem e Mal são a mesma coisa, apenas um é menos Mal e o outro é menos Bem.

O Baixo não passa de menos Alto, basta dizer que uma pessoa de determinada raça é mais baixa (pigmeus) e outras, de outras raças, tem média mais alta.
Ouvi uma vez, um imediato que voltava de uma expedição ao Polo Sul, contar que ao chegar, desceram todos do navio, encapotados, em uma temperatura abaixo de zero, enquanto os que os recebiam estavam em camisas de manga, fato explicável pois estavam saindo de uma hibernação com 40º abaixo de zero.
O conhecimento do Princípio, habilitará o discípulo a mudar a própria polaridade, e a dos outros, se ele consagrar o tempo e o estudo necessário para obter o domínio da Arte.








Tudo tem fluxo e refluxo, tudo tem suas marés, tudo sobe e desce.
Tudo se manifesta por oscilações compensadas, a medida do movimento à direita é a mesma do movimento à esquerda. O Ritmo é a compensação. E se atentarmos para nossa vida, veremos que segue também um ritmo alterado com altos e baixos, de alegrias e tristezas. Fluxo e refluxo podem depender de nós, desde que dominemos nossas reações e as elevemos. Usar Equilíbrio e Firmeza Mental. E o que devemos fazer? Controlar com força concentrada, que não haja nenhum excesso, nem de alegrias e nem de tristezas, pois o Princípio do Ritmo, fará com que esse excesso seja logo compensado por um excesso oposto.
Mediante o domínio próprio alguns evitam esta oscilação inconscientemente porém os Mestres o fazem conscientemente, mediante um grau de equilíbrio e firmeza mental, a pontos inacreditáveis.
Este Princípio e o da Polaridade forma estudados secretamente pelos Hermetistas e os métodos para impedi-los, neutralizá-los e empregá-los formam uma parte importante da Alquimia Mental do Hermetismo.






Toda Causa tem seu Efeito, todo Efeito tem sua Causa, tudo acontecendo de acorodo com a Grande Lei, e o acaso é simplesmente um nome dado a uma Lei não reconhecida. Há muitos planos de Causalidade, porém nada escapa à Lei.
Os Mestres elevam-se a planos superiores e dominando seu caráter, seu gênio e seus Poderes e qualidades, tornam-se causadores em vez de efeitos. Empregam o Princípio ao invéz de serem dirigidos por ele. Evitando a causa, livramo-nos dos Efeitos, assim como buscando apenas os efeitos positivos, começaremos por provocar uma causa também positiva...
Dissemos anteriormente que o Acaso é simplesmente um nome dado a uma Lei não reconhecida. Um suposto agente ou modo de atividade diferente da força, lei ou propósito; a operação de atividade de tal agente - o suposto efeito deste agente - um acontecimento fortuito, uma causalidade, etc. Não. O acaso é simplesmente um modo de exprimir as causas obscuras, as causas que não podemos compreender, e se as compreendermos, veremos que são o resultado de uma cadeia de causas, criando esse efeito, o acaso.
CAIBALION






O Gênero está em tudo, tudo tem seu Princípio masculino e seu Princípio feminio, o Gênero se manifestando em todos os planos. Isto é creto não só no Plano Físico, mas também nos Planos Mental e Espiritual. No Plano Físico, este Princípio se manifesta como sexo; nos Planos Mentais, toma formas superiores, mas é sempre o mesmo Princípio.

 Nenhuma criação, quer física, mental ou espiritual é possível sem este Princípio. A compreensão de suas leis poderá esclarecer a solução de muitos mistérios da Vida. O Princípio do Gênero opera sempre na direção da geração, regeneração e criação. Geração no Plano Físico, regeneração no Plano Mental e criação no Plano Espiritual.


Todas as coisas masculinas tem também o lado feminino. Se compreenderes que a geração de uma ideia é a formação do gérmen dessa ideia, que a regeneração é o aperfeiçoamento dessa ideia, e a Criação é a realização completa da ideia, podereis estudar e compreender este 

Princípio Hermético.
Nós vos advertimos que este Princípio não tem relação alguma com as teorias e práticas luxuriosas, perniciosas e degradantes que usam títulos empolgantes e fantásticos. tais teorias tendem a arruinar a mente, o corpo e a alma. Para aquele que é puro, todas as coisas são puras; para os vis, todas as coisas são vis e baixas.

Aqui chamamos a vossa atenção para o fato que o Gênero no seu sentido hermético e o sexo no uso aceito do termo, não são a mesma coisa.

A palavra Gênero é derivada da raiz latina que significa gerar, procriar, produzir, com um significado mais extenso que o termo Sexo, que se refere às distinções físicas entre as coisas vigentes, machos e fêmeas. O Sexo é simplesmente uma manifestação do Gênero em certo plano do Grande Plano Físico, o Plano da Vida Orgânica.

Concluindo, diremos que a Mente, tão bem como os metais e os elementos, pode ser transmutada de estado em estado, de grau em grau, de condição em condição, de polo em polo, de vibração em vibração.
A Verdadeira transmutação hermética é uma Arte Mental e devemos estudá-la.(2)
Este texto é um resumo, é uma pesquisa, uma compilação inspirada em vários mestres do assunto.
 (1) Luiz Goulart,
2.   http://www.eusouluz.iet.pro.br/hermes.htm#1
Prendice Mulford,
  e outros.

Pesquisado e organizado por Criara Luz



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